sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Indonésia

A República da Indonésia é um grande país localizado entre o sudeste asiático e a Austrália que é composto pelo maior arquipélago do mundo, as Ilhas de Sonda, e ainda a metade ocidental da Nova Guiné.  A localização entre dois continentes, a Ásia e a Oceania, faz da Indonésia uma nação transcontinental. Sua capital é Jacarta.

É o quarto país mais populoso do mundo e o primeiro entre os países islâmicos.

A Indonésia está localizada no Sudeste do continente asiático e é o mais extenso arquipélago do planeta, estendendo-se desde o Oceano Índico até o Pacífico. Abrange cerca de 17 mil ilhas, das quais seis mil são inabitadas. Em geral, as ilhas apresentam planícies costeiras e montanhas no interior. Densas florestas estão presentes em dois terços do território indonésio. Mais de 237 milhões de pessoas vivem no país, tornando a Indonésia o lar da maior população muçulmana do mundo. A população varia de agricultores de subsistência na zona rural à moderna elite na zona urbana.

A Holanda começou a colonizar a Indonésia no começo do século XVII. As ilhas foram ocupadas pelo Japão de 1942 a 1945. A Indonésia declarou sua independência depois da saída do Japão, mas foram necessários quatro anos de negociações descontínuas, recorrente hostilidade e mediações da ONU até a Holanda concordar em abrir mão de sua colônia, em 1949.

Em 2005, a Indonésia chegou a um acordo de paz histórico com separatistas armados de Aceh, que levou às eleições democráticas em dezembro de 2006.

A história recente do país é marcada por desastres. O tsunami de 2004 matou 167.700 pessoas. Em 2006, o país foi sacudido por um terremoto na província de Yogyakarta, que deixou mais de cinco mil mortos e 32 mil feridos. No mesmo ano, um "vulcão de lama", causado por um acidente industrial, começou a tomar conta da cidade de Sidoarjo e desalojou mais de 11 mil pessoas.

Geografia


A Indonésia possui 17 508 ilhas das quais cerca de 6 000 são habitadas. As principais são Java, Samatra, Bornéu, Nova Guiné e Celebes. O país é banhado pelo Oceano Pacífico na sua parte oriental e pelo Oceano Índico no sul e oeste. A nordeste, confina com o Mar das Filipinas e Mar de Celebes, a noroeste, com o Mar de Andaman, a sul pelos mares de Arafura e de Timor, e engloba por completo os mares de Java, Savu, Banda, Seram e das Molucas.

Formado por milhares de ilhas, as maiores e mais importantes destacam-se: Bornéu, Sumatra, Célebes, Java (esta encontra-se o centro administrativo do país, a cidade de Jacarta, sua capital e a maior concentração populacional) e em torno da metade da ilha de Nova Guiné (compartilhada com Papua-Nova Guiné. Esta última detêm o ponto mais elevado do país na Pirâmide Carstensz com 4.884 m. (anteriormente considerava-se ter 5.020 metros).

A Indonésia tem fronteiras terrestres com a Malásia, em Bornéu, com Timor-Leste, e com a Papua-Nova Guiné, na Nova Guiné e fronteiras marítimas com as Filipinas, Malásia, Singapura, Palau, Austrália e com dois estados indianos. Estar localizado entre a Ásia e a Oceania, faz da Indonésia uma nação transcontinental.

Política

A Indonésia tem um sistema presidencial. O Presidente, que é chefe de estado e do governo, é agora eleito diretamente para mandatos de 5 anos, junto com o vice-presidente.

Atualmente, o país se esforça para diminuir a pobreza, evitar o terrorismo, consolidar a democracia (depois de quatro décadas de autoritarismo), implementar reformas no setor econômico, conter a corrupção, e responsabilizar o Exército e a polícia pelas violações de direitos humanos cometidas.

Religião

O cristianismo chegou à Indonésia com os portugueses, em 1511, nas Molucas e continua a ser uma forte religião no leste do país. Missionários holandeses vieram no século XVII, acompanhando os colonizadores.

Baseado na estimativa informal dos líderes da Igreja, há aproximadamente 35 milhões de cristãos no país, incluindo católicos. Dos cristãos, 12,6% é protestante e 7,20% é católico.

Embora hoje a Igreja enfrente sérios desafios, ela continua a crescer. Alguns acreditam que a taxa de crescimento anual dos evangélicos seja de 4%: 504 mil ao ano.

A Igreja indonésia está dividia em quase 400 denominações. Cem delas foram registradas na Aliança de Igrejas da Indonésia, a maior organização cristã no país. O governo reconhece a instituição como representante nacional dos cristãos. Contudo, muitas igrejas se mostram descontentes com ela, pois a Aliança não consegue canalizar a aspiração dos cristãos. Ela se mostra reservada quando o assunto é a religião no país.

O governo fez regras estritas para o trabalho de missionários estrangeiros no país. A exceção é para as pessoas que tenham grau de mestrado e queiram contribuir para o desenvolvimento dos indonésios. Há organizações cristãs que realizam ministérios de ajuda humanitária e ação social na Indonésia.

DADOS GERAIS:

Capital: Jacarta
Governo: República, chefiada pelo presidente Susilo Bambang Yudhoyono desde outubro de 2004.
População: 237,5 milhões (48,1%urbana)
Área: 1.948.732 km
Localização: Sudeste da Ásia
Idioma: Indonésios, Inglês,Holandês e dialetos regionais
Religião: Islamismo 78%, Cristianismo 17%, Hinduísmo 4,2 %

Fonte: MCM POVOS

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Tabernáculo é a Igreja

Por: Ap. Oséias Sousa Brito

“Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo; De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo”. Êxodo 40:34-35


Introdução

Moisés recebeu todas as informações da mente de Deus sobre o Tabernáculo no Monte Sinai. Vimos que Deus deu as informações detalhadas para Moises e escolheu duas pessoas movidas pelo seu Espirito para materializar o projeto que estava com Moises.

O Tabernáculo veio da Mente de Deus

O Tabernáculo nasceu na mente de Deus em todos os seus detalhes. Todas as peças, tecidos, matéria prima, conexões, cores, dimensões, divisões, organização, etc. Certamente nada passou despercebido por Deus. Não se pode esperar nada imperfeito, vindo de uma mente perfeita.

É bom saber que Deus nos criou a sua imagem e semelhança, e nos gerou com muito amor e pensou em todos os detalhes nos diferenciando um do outro para que vivamos nossa particularidade nEle e nos movamos para o louvor de sua gloria.

Ele foi construído para atender um proposito. Deus decidiu morar no deserto com Israel. O Tabernáculo foi feito como Casa de Deus e o lugar especial onde pode se comunicar e se relacionar com o homem. Nem todo mundo quer se relacionar com quem vive num deserto, porem Deus nos seu grande amor vem e nos toma na nossa condição e nos tira dela para a Terra Prometida.

Deus veio ao deserto trabalhar em sua obra prima, o homem. O planeta tem lugares lindo e paradisíacos. Porem, o deserto foi o lugar escolhido para restaurar a imagem perdida de Deus. Deus desceu ao deserto em busca de sua imagem. La no Éden Ele já tinha perguntado a Adão: “Onde estás?” O homem se perdeu e se descaracterizou e somente Deus pode encontra-lo e restaurá-lo.

 O Tabernáculo era montado de dentro para fora

Dentro de sua busca o Tabernáculo do deserto nos ensina que Deus começa o seu precioso trabalho de restauração de dentro para fora. Todas as vezes que os sacerdotes montavam o mesmo, ele era montado a partir do lugar santíssimo, depois vinha para o lugar santo e por último o pátio. Assim também, Jesus nasce em nosso coração primeiro, e ao se instalar em nossa vida, Ele dá início ao processo de purificação, libertação e cura das memórias bombardeadas pelo maligno. No livro de Zacarias mostra Jesus sentado purificando a prata com amor, zelo e paciência.

Como tabernáculo do Senhor, precisamos não apenas abrir a porta para Jesus entrar. É necessário que Ele cresça em nossas vidas e tenha liberdade para cumprir o seu propósito. O caminho da santidade é um processo doloroso de muita renuncia, pois, toda marca o pecado precisa sair. Contudo, o pecado sai, mas, as marcas ficam e aí Deus entra como médico trazendo o balsamo para curar a fim de que sua imagem volte a ser refletida no homem.

A posição do Tabernáculo ficava no centro do Arraial de Israel. O lugar de Deus em nossa vida, família, e ministério é no centro. Só existe um lugar designado para Deus. O Trono e o Reino. O verdadeiro resultado da penosa obra de Cristo no Calvário é nossa submissão e fidelidade a Ele.

O Tabernáculo ficou cheio da gloria de Deus

O livro de êxodo conclui com o término do Tabernáculo. Ao finalizar toda a obra do Senhor dada a Moises e depois aos escolhidos para fazer a obra. Quando Moisés termina de colocar todas as peças no seu devido lugar, como o Senhor havia determinado, o Tabernáculo foi tomado pela poderosa gloria de Deus de tal forma que Moisés não pode entrar no mesmo.

A Casa ficou pronta e logo Deus a inaugurou com sua presença majestosa. Como igreja somos o Tabernáculo do Senhor, e estamos sendo restaurados para o louvor e gloria do Senhor.

O Senhor esta levantando o seu Tabernáculo. A sua Igreja está dia após dia sendo tratada e restaurada e certamente vai chegar o tempo em que a gloria do Senhor vai encher e ninguém ficará de pé diante do Rei dos reis, diante de Sua Majestade.

“TODO JOELHO SE DOBRARÁ E TODA LÍNGUA CONFESSARÁ QUE JESUS CRISTO É O SENHOR”. ROMANOS 8. 1-8

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Clamor: Um poderoso ato profético

Neste sábado dia 24 de novembro a noite a Igreja Unidade se rendeu em oração e em um grande clamor diante do Senhor pelo projeto de Missões. Varias discípulos e pastores puderam abraçar o vaso com os nomes das nações da terra e clamaram ao Senhor por essas nações.
Foi muito lindo sentir que cada pessoa ao tomar o vaso com as bandeiras das nações em suas mãos, o fazia com amor e carinho. Que assim seja. Que venhamos gerar as nações da terra em nossos corações e como um grito que vem de dentro possamos levantar este grande clamor diante dos olhos do Deus Todo Poderoso.
De braços erguidos e coração comprometido com este clamor, cremos que os céus do Trono do Pai recebeu a nossa oração.

O que fazer com bilhões sem te conhecer?
O que dizer de tanta dor?
E como não ouvir o seu clamor...
 

(Refrão)
Bilhões de vidas (2X)
Bilhões de vidas,
esperam por Ti
Bilhões de vidas (2X)
Bilhões de vidas,
precisam de Ti
 
Caminhos que levam a morte
Sonhos perdidos em meio a dor
Não sabendo de um Salvador

Angustias em,
seu coração
Solidão em seu viver
Não sabendo de um Redentor

(Refrão)
Bilhões de vidas (2X)
Bilhões de vidas,
esperam por Ti
Bilhões de vidas (2X)
Bilhões de vidas,
precisam de Ti

O que fazer com bilhões sem te conhecer?
O que dizer de tanta dor?
E como não ouvir o seu clamor...
Bilhões de vidas (2X)

Bilhões de vidas,
esperam por Ti
Bilhões de vidas (2X)
Bilhões de vidas,
precisam de Ti

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Um Casal de Príncipes


O casamento de Melkisedek e Elivane foi marcado por muita alegria e tranqüilidade da parte do casal. Apesar do nervosismo natural no primeiro momento a cerimônia discorreu de forma bem agradável. Na ora dos votos, os mesmos foram feitos de forma espontânea e bem romântica. Depois da declaração de amor feita pelo noivo, a noiva respondeu com uma canção de amor.

A presença da igreja e de amigos, os pais de Elivane, tios etc. deixaram o ambiente bem festivo. A presença de pastores e amigos do Melkisedek do Timor Leste abrilhantaram mais ainda o casamento.

A decoração da equipe da pastora Ivone Cauper cooperou para um ambiente harmônico e agradável aos olhos.

Na ocasião a noiva foi pega de surpresa e ao ser ungida pastora pelo Ap. Oseias e Edilane Brito.

Esse casamento foi e continua sendo celebrado por muitas pessoas e irmãos em Cristo que tinham por esse casal um carinho super especial.

Que a benção do Deus Todo Poderoso registrado em sua Palavra se torne uma realidade na vida deste nobre casal.

Melkisedek e Elivane: Será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra.

E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus;

Bendito serás na cidade, e bendito serás no campo.

Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas.

Bendito o teu cesto e a tua amassadeira.

Bendito serás ao entrares, e bendito serás ao saíres.

O SENHOR entregará, feridos diante de ti, os teus inimigos, que se levantarem contra ti; por um caminho sairão contra ti, mas por sete caminhos fugirão da tua presença.

O SENHOR mandará que a bênção {esteja}) contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o SENHOR teu Deus.

O SENHOR te confirmará para si como povo santo, como te tem jurado, quando guardares os mandamentos do SENHOR teu Deus, e andares nos seus caminhos.

E todos os povos da terra verão que é invocado sobre ti o nome do SENHOR, e terão temor de ti.

E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar.

O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado.

E o SENHOR te porá por cabeça, e não por cauda; e só estarás em cima, e não debaixo, se obedeceres aos mandamentos do SENHOR teu Deus, que hoje te ordeno, para os guardar e cumprir. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MINISTÉRIO UNIDADE E MISSÕES MUNDIAIS I


Seo Melkisedek Nesimnasi nasceu em Noenoni, Kupang- Indonésia, no dia 13 de março de 1981 . Teve sua experiência com Jesus em 1998. Três meses depois foi perseguido e expulso de sua própria casa em decorrência de sua decisão de aceitar a Jesus como seu salvador.

Na condição de novo convertido e sem estrutura espiritual para se firmar no caminho do Senhor, acabou desistindo de continuar indo à igreja. Contudo, os planos de Deus são maiores que qualquer outro plano. Ao viajar para o Timor Leste no dia 23 de Fevereiro de 2001 conseguiu um emprego de gerenciamento de um complexo comercial que envolvia um Hotel, Restaurante, Mercadinho, Material de Construção e Fábrica de Tijolos.

Nesse período de sua vida, foi conhecendo alguns missionários brasileiros que influenciaram na sua retomada aos caminhos do Senhor. No ano de 2003 conheceu o casal de missionários Cauper e Ivone que de forma decisiva se tornaram mais que seus pastores, pais espirituais. 

Com a chegada do tempo de retorno ao Brasil dos pastores Cauper e Ivone, Melkisedek entra num processo de muita tristeza e deseja vir ao Brasil com eles. Diante desta circunstância, Melki vai em busca do Senhor que lhe responde por três vezes que chegara a hora de sair de Same (Capital do Timor). Ao ouvir a voz de Deus para sair do Timor, viu a mão de Deus encaminhando sua vinda ao Brasil através da missionária Graça Lima, que em contato no Brasil com o Ap. Oséias Sousa Brito, presidente do Ministério Unidade e Vida Para As Nações, providenciou todo o processo de sua vinda ao Brasil.
   
Chegou a Manaus no dia 26 de dezembro de 2007. Neste período foi morar com seus pastores onde ao lado deles teve o privilegio de acompanhar e participar ativamente do nascimento e crescimento da Base do Ministério Unidade e Vida Para As Nações, na Cidade Nova Cinco, Base esta organizada dentro dos moldes de uma Igreja em Célula no Modelo dos 12.

Nesse processo se familiarizou com a Língua Portuguesa, aprendeu a trabalhar em células de evangelização e consolidação, participou de diversos encontros com Deus, acampamentos, seminários, cursos profissionalizantes e muitas outras coisas importantes e necessárias para o seu crescimento espiritual, secular e ministerial.

Sendo ele um jovem de oração e de um comportamento irrepreensível ganhou o respeito de toda a Igreja Unidade. Sempre dedicado no que faz nunca abria mão de fazer tudo com muita eficiência, amor e excelência. Agraciado com múltiplos talentos, com um caráter honesto e um coração humilde sempre prosperou em tudo o que se propôs a fazer.

Foi um braço forte ao lado do Pastor Cauper no decorrer de todas as fazes de construção do Templo da Cidade Nova Cinco.

Como um jovem dedicado ao Senhor em todo esse período orou e jejuou para que o Senhor lhe abençoasse com uma esposa que tivesse uma visão missionária e foi diante de sua determinação que Deus lhe apresentou Elivane, uma jovem que igualmente clamava ao Senhor por um príncipe segundo o coração de Deus.

Em Agosto de 2011 no congresso de Missões da Igreja Unidade,  foi consagrado a pastor e aguarda o tempo de da inicio a uma Igreja na sua cidade natal – Kupang - Indonésia

Ap. Oséias Sousa Brito 

“Creio que muitas histórias terei para contar daqui pra frente. Até aqui Deus me abençoou, eu agradeço a Deus pela vida do Meu Apóstolo Oséias Brito e Apóstola Edilane Brito, Pastor Cauper e Pastora Ivone, em fim toda a Igreja do Ministério Unidade e Vida para As Nações, shalom”. Seo Melkisedek Nesimnasi 

sábado, 12 de novembro de 2011

Ministério Unidade e Missões Mundiais

Elivane Printes nasceu na data de 26.10.1987 no interior do Estado do Pará em uma pequena cidade denominada Jurití. Sua história evidencia o cuidado de Deus na sua vida e escolha para um propósito especial. Sendo, certamente escolhida desde o ventre de sua mãe toda sua história já foi escrita, contudo, o mais interessante em tudo isso, é que ela tem seguido o roteiro do Senhor para sua vida. Razão pela qual podemos ver nitidamente a mão soberana guiando-a desde quando saiu da casa de seus pais.

Elivane viveu na companhia de seus pais somente até aos sete anos. Aos oito teve que deixar sua casa e família para morar com seus tios, pois em sua cidade natal  não havia escola. Morou com seus tios até seus 14 anos, quando surgiu a oportunidade de seguir sua caminhada rumo a Manaus a fim de poder trabalhar.

Em Manaus conheceu o casal Charles e Rosemar que foi um verdadeiro presente de Deus para sua vida. Uma vez que a recebeu e tratou como uma verdadeira filha. É exatamente nesta ocasião que acontece seu primeiro contato com o conhecimento da Palavra de Deus, através  deste lindo casal.  Contudo sua experiência com Jesus aconteceu em um show do grupo oficina G3 no ano de 2003. Desde então sua vida não foi mais a mesma.

Em 2004 foi batizada nas águas e a partir de então Deus da inicio ao seu chamado missionário. Aos 16 anos Deus começa a mostrar em Sonhos, visões e profecias o que Ele tinha preparado para ela. Seu coração começa a queimar pelo desejo de obedecer a Deus. O seu maior desejo era fazer missões entre os povos ribeirinhos. Em 2008 foi enviada pelo Ministério Unidade e Vida Para As Nações ao seminário teológico no Centro de Treinamento Ministerial Diante do Trono, Minas Gerais. La foi moldada, treinada como um vaso nas mãos do Oleiro.

Dois anos depois concluie seu curso de Missões e em 2010 realiza seu maior sonho, trabalhar com os ribeirinhos do amazonas. Esteve ali durante 10 meses, o tempo previsto para o seu estágio. No final de 2010 volta para Manaus, onde Deus esta preparando mais uma surpresa para ela, o sonho de se casar com um jovem igualmente vocacionado a fim de poder cumprir o chamado de Deus na sua vida.

Quando colocamos o Reino de Deus me primeiro lugar em nossa vida Ele acrescenta as outras coisas. Deus é fiel para cumprir suas promessas.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Que cruz é este que devemos carregar?

Por: Reinhard  Bonke

Nós somos salvos não pela cruz que nós carregamos, mas pela cruz que Ele carregou. Deus não nos deu uma Bíblia de quebra-cabeças inspirados. Ela é um livro de revelações e não de charadas. Quaisquer “problemas” nas Escrituras são sinais de empolgantes descobertas.

A CRUZ

“Desenvolvei a vossa salvação!” (Filipenses 2:12)

“Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:24, 26)

Deus não nos deu uma Bíblia de quebra-cabeças inspirados. Ela é um livro de revelações e não de charadas. Quaisquer “problemas” nas Escrituras são sinais de empolgantes descobertas. Aqui estão dois grandes versículos normalmente citados em evangelismo e realmente vale à pena gastarmos um tempo meditando neles. Deve haver algo aqui que devemos tomar cuidado para não passarmos por cima ou esquecermos. O perigo que corremos com palavras conhecidas é que as usamos frequentemente sem, necessariamente, pensarmos a respeito delas. As Escrituras merecem serem tratadas diferentemente. As palavras de Jesus são profundas e não obvias e superficiais. Uma pergunta vem imediatamente à nossa cabeça. O primeiro versículo diz “Desenvolvei a vossa salvação!” – mas, o Salvador não é Jesus?
O segundo versículo acima desperta outra pergunta. “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:24, 26). Isso significa que estamos perdidos a não ser que neguemos a nós mesmos e tomemos a nossa cruz? É assim que “desenvolvemos” a nossa salvação?

“Perdendo a sua alma”

Jesus estava conversando com os Seus discípulos quando deu esta instrução sobre “perder a sua alma”. Aqueles discípulos eram homens que Jesus, na verdade, havia escolhido: Pedro, Tiago, João e os outros. Seria possível que Ele estava intencionalmente querendo dizer que a segurança de suas almas dependia de negarem a si mesmos? Bom, é claro que nós não dizemos às pessoas que serão salvas se negarem a si mesmas ou estarão perdidas se não negarem a si mesmas. Este não é o Evangelho que nós pregamos. A Bíblia proclama a verdadeira mensagem em alto e bom som: “Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia...” (Tito 3: 4-5). É o Seu sangue derramado na Cruz que traz libertação; não existe outra maneira. Nós não somos salvos pela cruz que nós carregamos, mas pela cruz que Ele carregou. Ele suportou sofrimento inexplicável por nós, pois jamais poderíamos “desenvolver a nossa própria salvação (eterna)”.

Não cabe ao homem determinar o seu caminho

“Apenas Deus encarnado poderia intermediar pela humanidade, e somente Ele tinha os ombros de Herculano necessários para carregar o peso das responsabilidades do mundo.”

A salvação eterna, envolvendo perdão e restauração é sempre um ato de Deus. Deus é o nosso Salvador agora e o será para sempre. Ele descreve a si mesmo como o Salvador de Israel, aquele que guiava sua vida nacional e política. Israel sabia disto muito bem: “Eu sei, ó SENHOR, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos” (Jeremias 10:23). Isso é verdade para qualquer pessoa na terra. “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas” (Isaías 53:6), mas “temos posto a nossa esperança no Deus vivo, Salvador de todos os homens, especialmente dos fiéis” (1 Timóteo 4:10). Disse Jesus: “o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne” (João 6:51).

O conceito de redenção dada por um Salvador carregando os pecados e iniquidades de todos nós nunca passou pela cabeça de nem sequer um dos maiores fundadores ou líderes religiosos do mundo. Ninguém jamais seria capaz de carregar tamanho peso de pecado, nem sequer pensou em fazê-lo, pois isso seria ridículo, tremenda ilusão de grandeza. Apenas Deus encarnado poderia intermediar pela humanidade, e somente Ele tinha os ombros de Herculano necessários para carregar o peso das responsabilidades do mundo. Conta-se uma história de que, antigamente, o rei do Nepal, que acreditava na doutrina do carma, de que a nossa vida atual é determinada pelos pecados cometidos em vidas anteriores, deu a um homem uma bolsa com jóias em troca de concordar em remover os seus pecados. Aquele homem podia carregar a bolsa do tesouro, mas não o peso dos pecados do rei; o pecado de um homem é grande demais para ser carregado por alguém. Somente Deus pode fazer isso.

Jesus disse: “Em verdade vos digo: Eu sou o pão da vida. Quem crer em mim tem a vida eterna” (João 6:32-40). Só Jesus já usou este tipo de linguagem, falando acerca do perdão redentor. A maioria das fés existentes hoje, descrevem um tipo de esperança, mas nunca um ato poderoso de libertação e amor vindo direto do alto. Centenas de milhões de pessoas seguem religiões que nem sequer tem um Deus. Elas oferecem apenas uma esperança, que finalmente cairá como uma gota sem identidade em um oceano de existência indefinido. Na Bíblia Deus diz: “Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador” (Isaías 43:11). Nenhum outro livro sagrado contém tal afirmação.

O motivo pelo qual negamos a nós mesmos

Entretanto, aqueles versículos de Filipenses e Mateus são a Palavra de Deus com o propósito de nos edificar e não nos confundir. A nossa principal fonte de informação é a Bíblia. As nossas Bíblias impressas são a tradução do Grego feita por acadêmicos, dando-nos a idéia do que o original diz, ou a palavra mais próxima em nosso idioma. Então, nós, rapidamente, iremos recorrer às palavras em Grego ao tentarmos entender o verdadeiro significado daqueles versículos. Em segundo lugar, Deus também nos deu estudiosos da Palavra, pessoas para nos explicar as Escrituras (veja também Atos 8:26-35). A primeira regra no estudo da Bíblia é que nenhum versículo pode ser lido sozinho; cada texto é parte de um todo nas Escrituras e concorda com o padrão geral da Bíblia e, por isso, a nossa exposição da Palavra deve fazer o mesmo.

Tendo isto em mente, vamos dar uma olhada de novo no que Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me”. O motivo pelo qual negamos a nós mesmos é para seguirmos a Cristo e não para ganharmos salvação eterna. Esse é o ponto chave! O verdadeiro modo de viver é com Ele, seguindo-O, mesmo que signifique negarmos a nós mesmos em outras direções. Viver para “salvarmos” nossas vidas, cuidando do número um, nós mesmos, é o jeito certo de perder na vida. A maneira de acharmos nossas vidas é dando a nós mesmos, dando nossas vidas a Deus para Seu serviço e em amor.

Certa vez um homem disse para Jesus que ele queria segui-Lo. Jesus respondeu que nem mesmo Ele tinha “onde reclinar a cabeça” (Lucas 9:58). O que o Senhor quis dizer era que Ele não estava construindo um império, fazendo um lugar para Ele e Seus seguidores. Não há necessidade para isto. Fique perto de Jesus e você terá um lugar no mundo, o melhor lugar possível. Jesus é o lugar, o destino, o início e o fim. Decidir segui-Lo significa que já chegamos e que a nossa jornada chegou ao fim. É no céu que Ele está Cordeiro é. O a luz, o Templo e a alegria da eternidade. Jesus prometeu preparar-nos um lugar para que “onde eu estou, estejais vós também”. (João 14:3). O lugar é definido por Sua presença lá.

Perdendo a nossa alma (psique)

Jesus chama aqueles que lhe seguem de seus “discípulos”. “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo,” disse Ele (Lucas 14:27). (O Grego é stauron heautou, sua própria cruz). A palavra “discípulo” significa “aprendiz” (Grego: mathetes) e não tem nada a ver com disciplina. Jesus nunca disciplinou ninguém, nunca ficou mandando em todos ao seu redor, mas sempre foi “manso e humilde de coração” (Mateus 11:29). Nós aprendemos acerca d’Ele e não somente d’Ele; Ele é a lição. Aprendemos com Jesus sobre Jesus; Ele é o assunto bem como o Professor. A nossa tarefa é “crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (2 Pedro 3:18), “cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, (Efésios 4:15) e estarmos “nele radicados e edificados” (Colossenses 2:7). Estas exortações são para cristãos e não para incrédulos. Eles são parte da nossa vida pós-salvação.

As palavras que devemos compreender são “imitando vida” ou “perdendo a nossa alma”. Um Cristão pode perder a sua alma se não negar a si mesmo? Bom, a palavra Grega que é traduzida como “alma” é psique. Hoje em dia nós estamos familiarizados com esta palavra como significando nosso ser interior, a nossa essência. As nossas Bíblias impressas também carregam um pouco deste significado, mas traduzem o Grego de modo diferente em alguns versículos. Alguns textos traduzem psique relacionando-o com a vida presente, e não com a eternidade, como, por exemplo, é o caso em “devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16) e “não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber” (Mateus 6:25); “vida” e “vidas” são tradução de psique. Nestas passagens das Escrituras, a palavra psique claramente refere-se à nossa existência humana diária. Então, em um versículo Jesus nos diz para cuidarmos das nossas vidas e em outro é para não nos preocuparmos com nossas vidas... psique, obviamente significa coisas diferentes.

Somos encorajados a negarmos a nós mesmos e carregarmos a cruz para vivermos; para sermos vivificados. Isso diz respeito à nossa experiência presente na terra. Muitos nem sequer vivem a vida, encontrando nela nada que os satisfaça plenamente. Os viciados, por exemplo, não estão vivendo, estejam eles estilhaçados pelas drogas, bebida, pornografia ou até mesmo dinheiro. A maneira Cristã de desfrutar a vida em sua plenitude é seguir a Jesus Cristo.

“Nós perdemos o que gastamos em nós mesmos, Nós temos, como tesouros sem fim, Tudo aquilo que, Senhor, à Ti, emprestamos – Àquele que tudo nos dá”.

Ser Cristão significa carregar a nossa cruz, isto é, nos identificarmos com Cristo, confessando-O e vivendo a vida Cristã, afastando-nos da aprovação do mundo e até quem sabe convidando perseguição. Podemos pegar o caminho mais fácil, nadando de acordo com a correnteza, ignorando a Jesus, vivendo uma vida sem moderação, ou vendendo a nossa alma por nosso negócio. Uma vida assim não vale a pena viver. É uma péssima barganha, como muitos descobriram, quando as coisas ficaram amargas e seus “amigos” , de repente, não podiam ser encontrados em lugar algum (veja também a história do Filho Pródigo em Lucas 15:11-31). Quando trilhamos este tipo de caminho, nós imitamos vida, tornamo-nos sem caráter, sem estrutura e vazios.

Para os Cristãos, “mundanismo” não é gastar uma noite no teatro, mas sim ficar na corda bamba”.

Perdendo o sabor da verdadeira qualidade

Perder a nossa alma em Mateus 16:26 não tem a ver com perder a nossa alma eternamente, mas sim com perder a vida que Deus quer que desfrutemos agora, o sabor da verdadeira qualidade. “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo” (1 João 2:15). A oferta do mundo é a propaganda exagerada do diabo: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Provérbios 14:12). Viver simplesmente para ter um bom tempo, com certeza é o jeito certo de perder o melhor da vida. É assim que Jesus via o mundo, e é isso que Ele quis dizer por “mundo”: sua ilusão de felicidade, ficar sempre lutando para alcançar o fogo-fátuo (fogo enganoso). Ao contrário do que algumas pessoas possam pensar: “a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12:15). Você pode ter muitas coisas adoráveis e mesmo assim ser vazio por dentro. Para os Cristãos, “mundanismo” não é gastar uma noite no teatro, mas sim ficar na corda bamba. Jesus quer que nós vivamos. Ele criou um mundo maravilhoso para que dele desfrutássemos e deseja que nós “tiremos água das fontes da salvação” (Isaías 12:3) e conheçamos “alegria indizível e cheia de glória” (1 Pedro 1:8). Ele veio por nós, e ainda vem, para que “tenhamos vida e vida em abundância” (João 10:10).

O evangelianismo antigo enfatizou o lado espiritual, mas deixou de lado a verdade acerca da obra e interesse de Deus por nosso bem-estar aqui na terra. O Evangelho é para o nosso corpo e alma, para o agora assim como para o tempo vindouro. A existência mortal importava para Jesus. Afinal de contas, Ele veio e compartilhou isso conosco! Durante os milhares de anos do Velho Testamento, as vidas das pessoas tiveram a mesma ênfase.

Agora, isso se torna um aspecto importante quando relacionado com a cura Divina. O fato de que Jesus continua curando ainda hoje as nossas dores físicas já foi aceito pela maioria dos Cristãos; um pregador “reclamão” até falou a respeito da “epidemia de cura”! Fico imaginando se ele usaria a mesma expressão para denegrir o ministério de Jesus! Entretanto, é legítimo ponderar sobre curar o corpo das pessoas quando eles precisam de salvação para suas almas. Novamente, a resposta é simples: Jesus nos ordenou e nos deu o exemplo, curando multidões “por todo lado” sem condições pré-estabelecidas ou introduções formais. Deus não deseja que vivamos nossas vidas em enfermidade e miséria e fez de curar as pessoas algo bem pessoal para Si, até mesmo se denominando de “O Senhor que te sara”.

A palavra psique (alma) é interessante e é encontrada em muitos versículos importantes com o mesmo conteúdo semântico da vida atual, como por exemplo: “Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma” (Hebreus 10:39). A palavra “perdição” (Grego: apoleia) é “desperdício” em Mateus 26:8: “Para que este desperdício?”. O texto refere-se ao vaso de alabastro cujo óleo era derramado em Jesus – o que, na opinião dos discípulos era um grande desperdício de dinheiro. Se nós retrocedermos e não carregarmos a nossa cruz como Cristãos comprometidos, estaremos desperdiçando nosso tempo e energia. Perdemos o propósito da vida. Podemos prontamente crer que Deus não se agrada de nós. Somos como feixes amarrados em interesse próprio.

“Ninguém é salvo eternamente por ter Jesus como seu exemplo, mas apenas por tê-Lo como seu Salvador”.

Uma identidade como nenhuma outra

No Velho Testamento, a palavra “salvação” está sempre ligada a uma libertação física. Deus é o Salvador para que possamos viver uma vida plena. A Salvação de Cristo significa proteção, direção, benção e auxílio de Deus. Deus não mudou, mas adicionou aos Seus dons o maior dom da vida eterna e redenção através do sangue de Cristo. Este é o plano de Deus para nossas vidas na terra.

Ao meditar nisto, eu estudei aquela maravilhosa passagem em Filipenses 2. Ela certamente é uma penetrante exposição maravilhosa de Cristo como Deus encarnado, que se humilhou a Si mesmo como servo até a morte. O apóstolo Paulo estava mostrando aos seus leitores como Cristo obedeceu a Deus e recebeu uma identidade como nenhuma outra, um “nome acima de todo nome” (Filipenses 2:9). O propósito de Suas palavras não era apenas nos educar, mas também nos dar alguém para imitarmos: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Filipenses 2:5). Ele nos deu Jesus como exemplo, não apenas como Salvador.

Paulo então diz: “Desenvolvei, pois, (por causa do exemplo de Jesus) a vossa salvação”. Nós não podemos de maneira alguma entender que isso significa a nossa salvação eterna, pois isso é algo que não podemos “desenvolver”. Isso é coisa de Deus. Ninguém é salvo eternamente por ter Jesus como exemplo, mas apenas por tê-lo como Salvador. A chave é que “desenvolvei” possui outro significado, apontando para o que vem depois da salvação, o “desenvolver” daquela experiência. A “salvação” que podemos “desenvolver” é altruísmo e obediência com a de Jesus, a fórmula de verdadeira qualidade de vida. Paulo deixa a diferença bem clara ao complementar: “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade”. (Filipenses 2:13).

Existem duas cruzes: a Dele e a nossa. A Sua cruz nos salva eternamente e a nossa nos salva de desperdiçarmos as nossas vidas”.

Vivendo uma vida sem agrotóxicos (orgânica)

Existem duas cruzes, a Dele e a nossa. A Sua cruz nos salva eternamente. A nossa nos salva de desperdiçarmos as nossas vidas. Jesus falava constantemente sobre como viver agora, sem preocupações, sem amarguras e ódio, confiando no Pai, orando sinceramente, vivendo a vida em sua plenitude para Cristo e em Cristo. Uma vida sem Cristo é uma vida desperdiçada.

O Sermão da Monte transmite a mesma mensagem. É uma maravilhosa exposição da sabedoria humana. Um psicólogo descreveu isso como a essência de tudo o que os psicólogos dizem. No entanto, é altamente mal entendido e comumente mencionado como sendo a “lei” de Cristo. Ele não é a nova “lei” de Cristo. O Monte onde Jesus falou não é outro Sinai. Suas palavras não contêm “Não farás”. Os apóstolos também elaboram como nós devemos nos portar e vivermos nossas vidas moral e social, mas nunca sugerem que precisamos fazer estas coisas para ganharmos a salvação. A maioria dos seus leitores é pagã que acabaram de se converter do mundo de puro paganismo, e os escritores apostólicos querem que eles desfrutem a vida não com excessos e imoralidade, mas que deixem o seu antigo modo de vida para desfrutarem da alegria e bênçãos cristãs como Deus quer que o façam. Ganância, avareza e egoísmo nos destroem. Com nossas mãos cheias de ajuda e nossos corações cheios de compaixão é como podemos realmente viver.

Jesus não veio para impor todo um sistema de regulamentos, práticas diárias ou um kit de ordens. As nossas vidas são “desintoxicadas” não como se estivessem em trilhos de ferro, onde qualquer desvio significa batida na certa. “Se o Filho pois vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36).